segunda-feira, 2 de maio de 2011

"SÓ SEI QUE NADA SEI"



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"SÓ SEI QUE NADA SEI"

Sim, eu tenho medo!
A razão grita tão alto que ensurdece a sensatez.
Mas preciso saber...
Entender por que este sentimento me atormenta tanto.
Por que é a razão do pranto involuntário da alma,
toda vez que penso em ti...
O por quê deste desespero, sempre que penso que não estarás mais na minha vida.
Preciso entender!
Sei que Deus não me condena, mas que deixa nas minhas mãos a escolha e a responsabilidade pelos meus atos.
Que a minha mente não seja confundida e que eu tenha clareza de pensamentos suficiente para não deixar a emoção me dominar...
Sou vou saber disto quando estiver frente-a-frente contigo!
Que o Universo não me condene, por eu querer e precisar entender o “por quê” deste meu momento, que não deve mais se estender sem eu saber o que estou sentindo.
E depois de tudo, ter a coragem de por um ponto final em tudo e seguir adiante... ou não!
Não sei... apenas quero entender e voltar a viver em paz!
Eu não era feliz, mas tinha a calma consquistada depois de muita tristeza, conformismo talvez, por não querer fazer outra pessoa infeliz...
Mas não dá mais para ser assim...
Tão fora de hora! Mas, o que é o tempo? O tempo que conhecemos?
Não entendo muita coisa e por mais vivência que eu tenha, a única certeza que tenho é a mesma de Sócrates: “Só sei que nada sei.”
E a vida segue e segirá seu curso.

Kira, Penha Gonçales


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Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

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